Características:
  • Área de desova de tartarugas
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Um dos melhores lugares para a prática do kitesurf no mundo!

Ventos fortes e constantes, sol o ano todo, água morna e paraíso dos downwinds. O que mais você precisa para uma kite trip perfeita?

Sobre

IMG 3853 PCom a explosão do kitesurf no Brasil nos últimos anos e a crescente infraestrutura turística que vem sendo montada em toda a costa do vento (entre os estados do Rio Grande do Norte e o Maranhão), hoje o litoral nordestino é um dos preferidos dos praticantes da modalidade. Longas temporadas de vento (em alguns lugares venta constantemente até 8 meses do ano), paisagens ainda intocadas e lugares charmosos trazem cada vez mais turistas focados no esporte.

O litoral do Piauí já havia sido descoberto pelos amantes do vento antes da virada do milênio. Os pioneiros, em sua maioria europeus e windsurfistas, começaram a desbravar a costa desde Fortaleza, no Ceará, por volta dos anos 80. No início, eram poucos os que chegavam até aqui, principalmente pela dificuldade de acesso e falta de estrutura. Com a chegada do kitesurf ao Brasil por volta do ano 2000, mais estrangeiros vieram desbravar estas áreas, chegando cada vez mais próximos do Piauí, já que o local é mais indicado para o kitesurf do que para o windsurf. O estado do Piauí estava finalmente incluído no roteiro de aventureiros em busca de fortes ventos, locais desconhecidos, sol e águas quentes.

Hoje, o litoral está entre os melhores lugares do mundo para a prática e aprendizagem do kitesurf. Algumas praias já despontam como kite points, mas em todo o litoral ainda é possível encontrar lugares novos e desconhecidos pela maioria, que proporcionarão momentos inesquecíveis para seu velejo.

Montamos um guia com o máximo de informações possível para seu velejo nas Praias do Piauí ser ainda mais inesquecível.

 

O Kite

O Kite


  • > Pipa (ou kite): é a base principal do kitesurf, responsável por captar o vento. A pipa em forma de arco é feita de tecido sintético tecnológico de alta resistência para suportar a força dos ventos e condições de uso extremo, como baixas e altas temperaturas, areia e quedas bruscas.
    Existem diversos tipos de pipa, mas as mais utilizadas hoje em dia são as infláveis, pois são mais estáveis, conseguem proporcionar potência para saltos e são de fácil redecolagem, mesmo quando caem na água. Mas também é possível encontrar kites tipo foil (que lembram um parapente), framed (que lembram uma pipa com armação de fibra) ou ainda híbridos (um kite foil inflável), principalmente em locais de pouco vento e para a aprendizagem.

 

  • > Barra com linhas: parte que confere o controle ao kite. A barra, que faz parte do conjunto com a pipa, é feita de material leve e serve como o volante, conferindo direção e intensidade da força transferida ao corpo. As linhas de controle da pipa partem barra, sendo geralmente uma em cada lateral e duas ou três centrais, dependendo da marca e do tipo do kite. As linhas centrais conectam-se ao chicken loop, dispositivo de segurança usado para ligar a pipa ao trapézio.

 

  • > Trapézio: dispositivo de conexão do kite ao velejador. O trapézio pode ser de cintura ou cadeirinha, que lembra o equipamento de escalada. Algumas pessoas preferem usar o cadeirinha por conforto, mas o trapézio de cintura confere mais liberdade aos movimentos.

 

  • > Prancha: as pranchas de kitesurf diferem das de surf em alguns aspectos. Primeiramente, são menores em tamanho, pois o kite é quem é responsável pela sustentação do velejador. Também possuem alças para encaixe dos pés, que podem ser substituídas por botas para os praticantes de manobras mais radicais. O tipo de prancha escolhida faz com que o velejo seja completamente diferente. Podem ser usadas pranchas bi-direcionais (com quilhas menores) para praticantes de wake e freestyle, ou ainda pranchas de surfe menores para locais com ondas e durante downwinds, nestes casos, muitos optam por pranchas sem as alças para os pés.

 

  • > Colete & Capacete: equipamentos de segurança opcionais para praticantes, mas obrigatórios para iniciantes. Existem diversos tipos de coletes disponíveis para o kite, para auxiliar a flutuação em caso de queda da pipa ou ainda para diminuir o impacto em quedas durante manobras.

 

Ventos

Ventos


Um dos maiores responsáveis pela prática do kitesurf no litoral, o vento que sopra na maioria das praias é o mais indicado para um velejo seguro: side onshore. Este tipo de vento faz com que a maioria dos spots seja navegável, sem a necessidade de barcos de resgate de prontidão na praia. Qualquer problema que você venha a ter com o kite, ele sempre te trará de volta à costa.

Pode-se dizer que o Piauí tem vento praticamente durante o ano todo, com grandes variações. A temporada de ventos fortes no litoral é longa: os primeiros dias com ventos acima de 20 nós iniciam em Julho e vão se intensificando até Janeiro. Os meses de Setembro a Novembro geralmente são os de vento mais forte, quando chegam acima de 35 nós no final da tarde. Geralmente se vê kites pequenos nesta época, entre 5 e 9 m2.

Não raro, é possível ainda velejar com boas condições de vento nos meses de Fevereiro e Junho. Entre Março e Maio, a época de maior concentração das chuvas, os ventos tendem a cair, mas em dias de sol ou antes da passagem de chuvas ainda dá pra velejar com kites maiores, entre 12 e 16 m2.

O vento também tem uma relação com o horário do dia. Normalmente é mais fraco pela manhã e vai aumentando a intensidade com o decorrer do dia. Não raro os kitesurfistas aproveitam para tomar o café da manhã mais tarde e deixam pra curtir o velejo após as 11 horas da manhã. Os horários de pico do vento também sofrem alteração com as marés.

 

Sol

Sol


Prepare-se para um sol de rachar durante o ano todo. A temperatura durante o dia é sempre alta, variando entre 25 e 35oC. O calor é mais imperceptível durante a temporada, quando os ventos dão a falsa impressão da real temperatura e intensidade dos raios solares. Portanto proteja-se para o velejo com boné, óculos escuros, lycra (fina, pois a temperatura da água é  sempre agradável), bermuda e muito protetor solar. Não economize no fator de proteção e na reaplicação do filtro após sair da água.

Antes e depois do velejo também vale continuar com a proteção: mantenha o uso regular do protetor solar, sempre recorra a uma sombra e muita hidratação com água mineral ou de coco.

Não custa lembrar que o litoral do Piauí, pela proximidade com a linha do Equador, tem a duração dos dias mais definida: o sol nasce entre as 5:20 e 5:45 e se põe entre as 17:30 e 18:10. O horário de pico do sol é das 10:00 às 16:00, quando se deve redobrar a atenção aos cuidados.

Se você se esquecer dessas dicas, pode acabar com queimaduras ou ainda uma insolação. Os sintomas da insolação são febre, dor de cabeça, náuseas, vômito e diarreia. Caso isso aconteça, a melhor recomendação é hidratar-se frequentemente com água mineral, de coco ou soro caseiro, além de repouso e evitar o sol. Para as queimaduras leves, procure usar um pós sol geladinho (guarde no frigobar da pousada). Para as mais fortes, convém procurar um calmante mais adequado em uma farmácia.

 

Marés

Marés


A variação da altura das marés é um fenômeno natural que ocorre todos os dias no litoral. O diferencial é a diferença entre a maré alta e a baixa que pode chegar até mais que 3 metros! Essa diferença cria uma paisagem totalmente diferente em todas as praias ao longo do dia e também diferentes opções de velejo para o kitesurfista.

A maré muda diariamente da seguinte maneira: fica cerca de 6 horas subindo até alcançar o pico, se mantém estável por até 30 minutos. Depois, passa 6 horas descendo até o valor da baixa, onde se mantém também por até 30 minutos. E o ciclo se repete de 3 a 4 vezes por dia. Assim, todos os dias os horários das marés mudam para minutos mais tarde. Vale a pena consultar a tábua de marés antes de seguir para a praia. Os horários e alturas das marés no litoral brasileiro podem ser consultados no site de Tábuas das Marés.

As marés sofrem alteração de acordo com as fases da lua. Nas luas minguante e crescente, a variação entre a alta e a baixa tende a ser menor, o que torna o mar mais calmo (menos choppy) e com menos variações visíveis na praia. Já nas luas nova e cheia, a variação aumenta de tal maneira que vemos mudanças drásticas nas condições de água para o velejo.

Na maré baixa (ou baixa-mar), formam-se piscinas naturais e corredores de água, mas a área ideal para velejo pode ficar até 1 km mais distante da orla. É preciso caminhar até chegar a uma área com água suficiente para deslizar. Muitos iniciantes preferem aprender nestas condições, já que facilita a recuperação da prancha.

Na maré alta (ou preia-mar), é completamente diferente: logo na entrada. o mar já estará fundo. Dependendo da máxima da maré, a faixa de areia fica um pouco estreita para decolar e aterrissar o kite, mas não é difícil fazê-lo. O mar também tende a ficar mais ondulado.

 

Dica: aproveite a maré alta para velejar nas lagoas dos braços de mar, é a hora em que elas estão mais cheias, perfeitas para a prática de freestyle.

 

Kitespots

Kitespots


Muitos pontos de apoio ao kitesurfista (ou kitespots) tem aparecido no litoral do Piauí. Neles você vai encontrar infraestrutura para se hospedar, comer e também auxiliar o seu velejo. São praias com lugares para reparar seu kite e comprar equipamentos, além de escolas para aprender ou alugar material. E, claro, lugares onde você pode conhecer e interagir com outros kitesurfistas .

Os principais kitespots do litoral são as praias de Barra Grande, Macapá, Maramar, Itaqui e Coqueiro.

 

Lagoas

 

Além do mar, é possível explorar a lagoa do mangue entre as praias de Barra Grande e Macapá, um dos points mais procurados pelos kitesurfistas adeptos do freestyle. Com águas calmas e vento forte, a lagoa é ideal para a prática de manobras. Para chegar lá, somente de kite, a pé ou de charrete, o que contribui para deixar o ambiente ainda mais preservado.

Outras lagoas do litoral, como Sobradinho e Portinho, podem ser navegáveis de acordo com as condições do vento e das águas.

 

Bocas de Rio

 

Para os que gostam de condições diferenciadas, o litoral do Piauí conta com diversas áreas de encontro do rio com o mar para velejar.

 > Barra do Rio Timonha – Itam

  • > Rio Camurupim – Macapá
  • > Pontal – 2º braço do Delta
  • > Baía do Caju - 3º braço do Delta
  • > Melancieiras - 4º braço do Delta

 

Downwind

Downwind Kitetrips


A nova onda são as downwind trips ou kite safáris, viagens onde o kite é seu meio de transporte. Aproveitando da direção dos ventos no litoral (de movem de leste a oeste), os velejadores se deslocam entre as praias que são points do esporte no litoral nordestino, em percurso totalmente feito pelo mar.

Com ou sem suporte de um carro de apoio, as viagens geralmente são guiadas e feitas para um grupo específico. Explorar o litoral de outro ângulo e o contato com a natureza são os pontos fortes desta aventura. Basta você ter habilidade com o kite em downwinds e resistência física, os roteiros podem ser montados especificamente para seu nível e escolhas em meio do caminho.

Muitos downwinds saem das praias próximas a Fortaleza e chegam depois de alguns dias de velejo até o Piauí, por isso há diversas empresas especializadas em downwind trips no estado do Ceará. Alguns grupos e agências locais organizam viagens de kite somente em águas piauienses. Também é possível velejar no Delta do Rio Parnaíba, no encontro do rio com o mar: basta organizar um passeio específico para o downwind por lá ou então partir de uma das outras praias do Piauí.

Mas só no litoral piauiense também já é possível fazer pequenos, nem por isso menos emocionantes, downwinds:

 

Praia do Cajueiro > Barra Grande

Duração: Rápido (20 minutos)
Dificuldade: Fácil
Distância aproximada: 8 km
Observação: Passa por todas as praias do município de Cajueiro da Praia.

 

Barra Grande > Lagoa do Mangue e Macapá

Duração: Rápido (10 a 15 minutos)
Dificuldade: Fácil para o downwind – intermediário para velejar na lagoa e entrar pela Boca.
Distância aproximada: 3 km
Observação: Proporciona conhecer o mangue e a praia de Macapá.

 

Barra Grande > Coqueiro

Duração: Médio (1 a 2 horas)
Dificuldade: Intermediário
Distância aproximada: 21 km
Observação: Passa pelas praias do Leste de Luís Correia.

 

Coqueiro > Pedra do Sal

Duração: Médio (1 a 2 horas)
Dificuldade: Difícil – pela passagem pelo cais do Porto de Luís Correia, é necessário ir mais longe da costa.
Distância aproximada: 20 km
Observação: Passa pelas praias do Oeste de Luís Correia.   

 

Pedra do Sal > Pontal do Delta

Duração: Médio (1 a 2 horas)
Dificuldade: Médio – pela passagem no 2º braço do Delta, a Baía das Canárias.
Distância aproximada: 15 km
Observação: Visual único da entrada do maior Delta das Américas.

 

Delta Downwind Trip

Duração: Rápido (do Pontal até a Ilha das Canárias – 15minutos) ou Demorado (mais de 3 horas – até a Baía da Melancieira, último braço do Delta).
Dificuldade: Médio – Difícil (trechos de encontro rio com mar e muitas ondas)
Distância aproximada: de 5 a 45 km
Observação: Passa pelos braços e ilhas do Delta.

Dicas

Dicas para sua kitetrip para o Piauí


Malas

 

Só quem é um kitesurfista viajante sabe com quantas malas se faz uma kitetrip. Como é mais prudente viajar com pelo menos dois kites (de tamanhos diferentes, para poder aproveitar o máximo do vento), mais o trapézio, prancha (também pode ser mais de uma, se você treina em diferente estilos) e acessórios, fora as roupas para uso dentro e fora d’água, valem algumas dicas:

> O vôo da Azul para Parnaíba é feito em um avião pequeno tipo turbo hélice. Excessos de bagagem (acima de 20 kg por pessoa) são sempre cobrados e pode sair bem caro. Portanto, economize ao máximo no peso extra caso venha via aérea para o litoral.

> Nem todos os carros de transfer estão preparados para trazer o equipamento de kite do viajante, quando este não comunica. Sempre avise a pousada ou a agência de turismo sobre a viagem com o equipamento, assim um carro adequado às suas necessidades será enviado para buscá-lo.

> Quando for alugar um carro, considere a quantidade de pessoas que viajarão com você e também a quantidade total de equipamentos a transportar. Normalmente os carros de aluguel mais barato não possuem bagageiro para transporte.

> Nos ônibus não há restrição de bagagem. Lembre-se sempre de guardar o ticket da sua mala, entregue quando você a coloca no bagageiro. Ele será solicitado quando você for recolher sua bagagem.

> Verifique com as pousadas a existência de local adequado (guarderia) para guardar seu equipamento com segurança, salvando o espaço do seu quarto.

 

Dica: Doação de material de kitesurf

No final da sua viagem, considere doar aquele equipamento que provavelmente você não irá usar mais, independente do estado de conservação. Em quase todas as praias há crianças e nativos que não tem condição financeira de comprar o equipamento, mas são feras no esporte e no reparo de itens já usados. Faça uma boa ação e contribua com os futuros atletas do Piauí! De quebra, você volta com a mala mais leve e não precisa se preocupar em pagar o excesso de bagagem!

 

Check-list kitetrip Piauí

 

Alguns itens pra você não esquecer para sua kite trip ao Piauí:

 

> Equipamento de kite completo (kites, barras, trapézio e pranchas)

> Equipamento auxiliar (bomba e ferramentas)

> Equipamento de reparo (adesivos, cola)

> Lycra e bermuda para o velejo (vale para quem planeja ter aulas também)

> Protetor solar (mínimo fator 30 para peles morenas e 50 ou mais para os mais brancos)

> Boné ou chapéu (opcional, com corda para prender durante o velejo)

> Óculos de sol para esportes aquáticos (opcional, mas ajuda bastante)

> Colete e capacete (opcional para os que usam)

> Botinha de neoprene (opcional para velejar no mangue)

 

Observação: alguns dos itens acima você encontra em algumas lojas de kitesurf pelo litoral. Mesmo que não seja kitesurfista (ainda), vale a pena vir preparado com os itens básicos, como lycra e bermuda para não acabar tendo aulas com roupas desconfortáveis.

 

Atenção

Atenção!


> Não há restrições de velejo em nenhuma das praias do litoral do Piauí. Aproveite para explorá-las com segurança.

> Muita atenção para levantar ou abaixar seu kite na praia. Todas as praias possuem banhistas e pescadores, e o espaço deles deve ser respeitado. Procure levantar ou abaixar seu kite nos locais onde há maior movimento de kitesurfistas, sempre prestando atenção ao movimento de pedestres ou banhistas ao seu redor.

> Atente-se as condições do tempo: se vir nuvens escuras vindo da direção do mar ou do vento, abandone o velejo imediatamente. Por aqui, quando há chuva, o vento cessa e você pode acabar com o kite na água.

> Devido a uma grande barreira de corais que protege o litoral, a cerca de 20 milhas da costa, não há registros de ataques de tubarões. Os únicos grandes animais marinhos visíveis por aqui são as tartarugas e os peixes-boi marinhos, ou seja, não representam perigo ao kitesurfista. Ajude-nos a preservar a natureza local!

> O litoral do Piauí possui muitas pedras espalhadas pela costa. Convém sempre se informar com os locais antes de cair na água ou observar a posição das pedras na maré baixa.

> A pesca artesanal ainda é uma fonte de renda importante no litoral. Fora os barcos ancorados nas praias, você também encontrará currais de peixes em diversos pontos no mar. Cuidado ao se aproximar deles, pois muitos são feitos com estacas de madeira que podem machucar.

> Para os downwinds mais longos, sempre procure a orientação de um guia ou kitesurfista local. Sabendo os pontos a prestar atenção no percurso, você faz o downwind com mais tranquilidade.

 

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